segunda-feira, 22 de setembro de 2014

EVOLUÇÃO DA ARMAZENAGEM DE DADOS

Nos primórdios do armazenamento de dados, em meados da década de 40, eram utilizados cartões perfurados e fitas de papel perfurado e anos mais tarde começaram a ser introduzidos os primeiros meios magnéticos de armazenagem que tinham a capacidade de 1 bit.

Posteriormente, em 1951 foi produzido o primeiro computador com armazenagem de dados em fitas magnéticas. E somente 10 anos depois, o primeiro disco rigido surgiu, seguido pelo diodo de laser em 1962, que levaria depois ao desenvolvimento dos dispositivos de leitura óptica. As primeiras unidades removíveis de disco de armazenamento surgiram em 1963. E, finalmente, em 1967, a IBM criou os chips de memória monolíticos semicondutores.

O disquete foi inventado em torno de 1970. De acordo com o site USByte.com, ele foi inventado em 1970 mas, conforme relatado pela CS Exhibitions, essa tecnologia foi criada por Alan Shugart da IBM em 1971. Em 1977, a Sony, a Mitsubishi e a Hitachi trabalharam juntas para desenvolver os discos digitais ópticos de áudio, ou DADs. E em 1978, a Phillips lançou uma versão menor do DAD. A partir dessas invenções é que foi desenvolvido o CD moderno.
No início da década de 80 houve o lançamento dos CDs e CD-ROMs. A IBM comprou o primeiro disco rígido no mercado em 1983, e no início da década de 90, a RAID (redundant array of inexpensive disks — matriz redundante de discos baratos) foi introduzida no mercado. O armazenamento de dados nos discos rígidos se tornou padrão. Em meados da década de 90, desenvolveu-se os cartões compactos flash e os cartões de memória. Em 1998, a invenção da unidade flash USB (pen drives) abriu um novo mundo de opções de armazenagem. (ehow).
Hoje, o pensamento e as ações são voltados para a armazenagem biológica. Diversos pesquisadores pelo mundo já tem se dedicado a diferentes formas de armazenamento de dados com base biológica.

Dois pesquisadores, George Church e Sri Kosuri, da Universidade Harvard, prometem e já demonstraram uma maneira de guardar até 700 TB (ou aproximadamente 700 mil gigabytes, se preferir) em apenas 1 grama de DNA.
Em sua técnica, os estudiosos criaram uma maneira de converter os dados digitais para a linguagem biológica, em que os números binários passam a ter correspondentes entre os pares das sequencias de DNA. Dessa maneira, o número 1 passa a ser identificado pelas sequências A e C, enquanto os 0 por T e G.Como uma única célula de DNA pode armazenar até 220 milhôes de pares, seu potencial de armazenamento é gigantesco para os padrôes atuais. “A densidade teórica de armazenamento do DNA é tão alta que apenas 4 gramas dele poderiam armazenar 1,8 zettabytes, o total de dados que existiam no mundo em 2009″, explica Kosuri.
Creio que ainda deva levar algum tempo para isso se torne algo possivel e usual para nós, meros mortais.

Até breve. 

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